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domingo, 11 de julho de 2010

Ícone contra o Holocausto
mais abominável da História


Ícone de grande ampliação

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Ícone contra o Holocausto

mais abominável da História



V/. Vós formastes as entranhas do meu corpo e me criastes no seio da minha mãe.
R/. Eu Vos dou graças por me haverdes feito tão maravilhosamente. (Sl 138)

V/. Desde o seio materno, sois o meu Deus. (Sl 21)
R/. Desde o seio materno, sois o meu protector. Em Vós está a minha esperança. (Sl 70)

V/.
Não morrerei, mas hei-de viver.
R/. Para anunciar as obras do Senhor. (Sl 117)




Comecemos pela parte esquerda,
cujas cores de fundo são mais claras
(em contraste bastante evidente
com a parte direita de cores escuras,
representando as trevas, o mal e a morte).


* * *



Jesus Cristo, vencedor da morte,
surge protegendo e abençoando,
abaixo dele, uma família cristã.
(É de notar os trajes
modernos que vestem).
Família, aliás, numerosa
(pai, mãe e seis filhos).



O pai carrega um dos filhos
(como São José, que carrega o Menino Deus,
tradicional imagem da iconografia cristã)
e traz o alimento da família na mão esquerda.
A mãe embala o filho ainda bebé
e alimenta uma outra criança.
São figuras tradicionais de pai e mãe cristãos,
o essencial para o desenvolvimento dos filhos.


Acima da família cristã,
surge a Sagrada Família de Nazaré.
Maria carrega, no seu colo, o Senhor Deus,
nascido de Seu puríssimo ventre.
São José, por sua vez,
carrega uma criança envolta em panos brancos,
símbolo, na iconografia tradicional,
da alma das crianças inocentes assassinadas.



Abaixo da família cristã,
numa imagem bastante contundente,
temos a «arrependida», isto é, a mãe que,
tendo cometido o monstruoso crime do aborto,
chora, agora, o filho que ela própria matou.
Veste-se de vermelho, o que representa
o sangue inocente por ela derramado.



Na parte esquerda inferior,
há a figura da mãe solteira.
Por um lado, ela pecou
e consentiu em relações pré-nupciais
(talvez seja por isto que parte da sua
vestimenta é vermelha, cor da luxúria);
mas, por outro lado, manteve-se firme
frente à tentação de abortar, e agora, carrega
(não sem o auxílio de Deus) a Cruz de ser mãe
sem a ajuda e o suporte de um esposo.
Cruz esta que, se bem conduzida,
será a sua porta de entrada no Céu,
depois de findar a sua peregrinação terrestre.


* * *

Passemos, agora, à parte das trevas...


Na parte direita do ícone,
vemos sentada, num trono vermelho,
uma rainha, chamada de
«Nova Herodes»
É o próprio aborto
personificado,
que como o Herodes o fez outrora,
promove a matança dos inocentes
no mundo moderno.
Ela espezinha e massacra vários
bebés

e recebe outros (todos em posição fetal)
que as mulheres lhe oferecem.



Estas mulheres estão à sua frente
e personificam (de baixo para cima)
a crueldade, a futilidade,
a indiferença e a luxúria,
sem as quais a monstruosidade
do aborto não ocorreria.



Ao fundo, vemos um «médico».
No original, a palavra é
também grafada entre aspas,
pois, sob a aparência de um médico
(que deveria usar os seus talentos
apenas para salvar vidas),
encontra-se um assassino frio,
que passa uma espada no ventre
dum bebé indefeso.
Se o leitor reparar bem,
o
seu bolso está cheio de dinheiro,
pois enriquece com a matança
que ele mesmo promove.

Ao fundo, a imagem dum dragão, a antiga serpente,
o Diabo ou Satanás, que, sedutor do mundo inteiro,
seduz o «médico», colocando-o ao seu serviço.
Pois, todos os que se colocam ao serviço,
directa ou indirectamente, do aborto,
estão ao serviço directo de Satanás.


* * *

+ Que deles, e de todos nós,
de Portugal e do mundo inteiro,
o Senhor Deus tenha piedade!

+ Que a lei nojenta, cobarde e assassina,
seja revista quanto antes,
cessando a matança de crianças inocentes,
cujas vidas são preciosas, e por quem
tão poucos se preocupam!


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Fonte: Ecclesia - Brasil


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